terça-feira, 20 de novembro de 2007

«Por qué no te callas?»



Uma única pergunta. Deliciosa. Deliciosamente wittgensteiniana. Deu-me verdadeiro gozo republicano tão nobre gesto monárquico. É uma das perguntas que a democracia faz à ditadura, quando traduzida em espanhol. A outra, em português, é: «E se fosses à merdinha?»

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